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01 maio 2013

Adaptações Literárias #2 - Filme: A hospedeira

Hey,
Bem, o filme de hoje é A hospedeira. Pra quem ainda não leu a resenha do livro aqui no blog  clique aqui.

Sinopse do filme.
A fome e a violência foram erradicadas da Terra, bem como os problemas climáticos do planeta foram resolvidos. Estes feitos foram conquistados graças aos seres alienígenas conhecidos como almas, que ocupam corpos humanos como se fossem parasitas. Pregando uma sociedade baseada na paz, as almas perseguem os poucos humanos que ainda não foram dominados. Um deles é Melanie Stryder (Saoirse Ronan), que se sacrifica para que o irmão caçula, Jamie (Chandler Canterbury), possa escapar. Melanie passa a ser dominada por uma alma chamada Peregrina, que tem por missão vasculhar suas memórias para encontrar rastros de outros humanos. Entretanto, a consciência de Melanie ainda está viva dentro do corpo, o que faz com que Peregrina tenha que lidar com ela constantemente. Com o tempo, a alma fica cada vez mais fascinada com a vida e os sentimentos que Melanie tinha e passa a protegê-la de Buscadora (Diane Kruger), que deseja capturar seus amigos humanos o quanto antes.

Vou começar com o mais clichê, o filme não se compara em nada com o livro. Quem lê o livro e depois assiste ao filme (como eu fiz) sempre sabe que falta algo e isso faz com que a magia do filme seja menos atrativa.  Contudo, os diretores de A hospedeira conseguiram manter a essência do livro mesmo tendo que encurtar a história para fazê-la caber em apenas uma hora e cinquenta minutos mais ou menos (retirando o tempo dos créditos).
Para mim o filme não foi tão impactante como foi para algumas outras pessoas que conheço. Achei a história normal. Não foi aquele UAU! (se é que vocês me entendem).
Uma coisa que gostei muito no filme foi o fato deles seguirem o tempo cronológico do livro, tipo eles não ficaram mudando os acontecimentos de uma hora para outra. A escolha do elenco foi muito boa, já que os atores e atrizes escolhidos não são tão conhecidos  na mídia e isso faz com que de uma forma ou de outra o telespectador passe a se sentir confortável com o "anonimato" dos atores, pois ninguém vai ficar associando eles com outros trabalhos e respectivamente fazendo comparações.
O cenário do filme foi muito bem feito, se bem que em algumas partes dentro da caverna (a área principal)  a imagem que nos passaram é puro cenário nem um pouquinho real, mas as outras partes de dentro da caverna e fora também são espetaculares, você sente que são realmente verdadeiras. 

Uma coisa que muito me desagradou muito no filme foi o fato de terem mudados as características de alguns personagens como por exemplo: A procuradora da Melanie que no filme é uma mulher loira e alta no livro é uma mulher morena e baixinha com uma aparência de frágil porém perigosa. Alguém como por exemplo a Rekha Sharma que faz a agente Malik na série V- Visitantes. (foto abaixo).

Outro personagem (o mais importante) que mudaram foi a Peregrina, no filme colocaram uma garota baixinha e de cabelo curto e preto. No livro a peregrina não é nada disso. É uma garota baixinha, delicada, loirinha, com o cabelo liso encaracolado e longo que por qualquer coisa começava a corar. Como a Annasophia Robb (foto abaixo)


Enfim, essa é a minha humilde opinião. A critica foi positiva? Ótimo corre lá e assiste ao filme. A critica foi negativa? Não se deixe influenciar pela opinião dos outros! Pois, como eu já tinha lido o livro primeiro isso influenciou no meu julgamento sendo assim, assista ao filme.

Trailer do filme


Beijos, 
Daniele Henrique

12 abril 2013

Resenha: Marley & Eu do autor Jhon Grogan

Sinopse - Marley & Eu -  A vida e o amor ao lado do pior cão do mundo - John Grogan

John e Jenny eram jovens, apaixonados e estavam começando a sua vida juntos, sem grandes preocupações, até ao momento em que levaram para casa Marley, "um bola de pêlo amarelo em forma de cachorro", que, rapidamente, se transformou num labrador enorme e encorpado de 43 quilos.

Era um cão como não havia outro nas redondezas: arrombava portas, esgadanhava paredes, babava nas visitas, comia roupa do varal alheio e abocanhava tudo a que pudesse. De nada lhe valeram os tranqüilizantes receitados pelo veterinário, nem a "escola de boas maneiras", de onde, aliás, foi expulso. Mas, acima de tudo, Marley tinha um coração puro e a sua lealdade era incondicional. Imperdível.




Em primeiro lugar antes que começar gostaria de dizer que o livro Marley & Eu é muito mais do que eu poderia esperar. Ele superou absolutamente todas as minhas expectativas.

"Para um cão, você não precisa de carrões, de grandes casas ou roupas de marca. Símbolos de status não significavam nada para ele. Um pedaço de madeira já está ótimo. Um cachorro não se importa se você é rico ou pobre, inteligente ou idiota, esperto ou burro. Um cão não julga os outros por sua cor, credo ou classe, mas por quem são por dentro. Dê seu coração a ele, e ele lhe dará o dele. É realmente muito simples, mas, mesmo assim, nós humanos, tão mais sábios e sofisticados, sempre tivemos problemas para descobrir o que realmente importa ou não. De quantas pessoas você pode falar isso? Quantas pessoas fazem você se sentir raro, puro e especial? Quantas pessoas fazem você se sentir extraordinário?"

O barato do livro Marley & Eu é que ele não gira apenas em torno do Marley como eu pensei que seria... Os personagens são bem desenvolvidos e o enredo da história é bem construído de modo que deixa o leitor numa leitura frenética e agradável nos decorrer das páginas. Além disso, por ser um livro NÃO-FICÇÃO já dá mais créditos para a imaginação e nos faz pensar cada vez mais em como seria se o Marley tivesse vindo parar em nossa casa.

Tudo começa com a escolha de um "inocente" cãozinho.

Ter um cachorrinho pode até ser fácil, porém... Para os Grogan não. Ao pensar na hipótese de ter um cachorrinho eles imaginavam um animalzinho meigo, doce e gentil (um cachorro normal). No entanto como nem sempre devemos julgar o "livro" pela capa acabaram por comprar um cachorrinho que tinha uma hiperatividade a mil, deficit de atenção, problemas mentais, que não aceitava ser adestrado,  e que quando estava sozinho destruía ou comia cada objeto da casa como moveis e até mesmo paredes.  Mas, mesmo com os inúmeros prejuízos que o  Marley  causou ao casal ele compensava com carinho, fidelidade e companheirismo.

23 janeiro 2013

Adaptações Literárias #1 - Filme: Querido Jhon

Hey, seus viciados e paranoicos por livros!
Resolvi criar está nova coluna no blog que é justamente para falar um pouco sobre as adaptações literárias de alguns livros em filmes e para começar hoje vou falar sobre o filme Querido Jhon, inclusive já fiz a resenha deste livro: Resenha aqui.


Cena do filme Querido Jhon

Bem, como quase todo mundo sabe o filme Querido Jhon foi baseado no best seller do nosso querido autor Nicholas Sparks. O filme é bem diferente do livro, tem diferenças extremamente notáveis e que na minha opinião contribuiu para empobrecer o filme já que quem leu o livro (o que é o meu caso) fica meio na dúvida sobre o porque mudar as história dos personagens ou seja um personagem que é um adolescente super certinho, tem um irmão com autismo e é apaixonado por Savannah (a protagonista) no filme é um cara mais velho, viúvo, tem um filho com autismo e é apaixonado por ela. Só eu achei isso sem noção?
Outra diferença bastante notável é que a Savannah do livro é morena e tem o cabelo encaracolado, bem diferente da Amanda Seyfriend que foi a atriz que deu vida a personagem no filme. Só para salientar cabelos lisos e loiros eram os da amiga de Savannah no livro. Sem falar no final, ambos são completamente diferentes. :/

De qualquer modo se você não se apegar ao livro o filme é bem interessante, acreditem experiencia própria (eu assisti ao filme primeiro).

Trailer do filme...



Bom, por hoje é só!

Beiijos e cosquinhas 
Dani Henrique.