24 outubro 2012

Resenha: Orgulho e Preconceito da autora Jane Austen


Sinopse:
 A chegada de um jovem solteiro e rico à vila de Longbourn causa um grande alvoroço na família Bennet, cujas cinco filhas – a bela Jane, a sensata Elizabeth, a culta Mary, a imatura Kitty e a desvairada Lydia – foram criadas com um único propósito na vida: encontrar um bom marido. Orgulho e preconceito, livro que a própria autora considerava “seu filho mais querido”, foi publicado originalmente em 1813, e atravessou os séculos dotado de uma assombrosa vitalidade. Além de uma das mais comoventes histórias de amor já escritas, é uma brilhante comédia de costumes e um estudo profundo da sociedade de seu tempo. A plena compreensão do mundo feminino e o domínio da forma e da ironia fizeram de Jane Austen uma das mais notáveis e influentes romancistas de sua época. A obra Orgulho e preconceito ganhou oito adaptações para a televisão e o cinema, sendo a mais recente estrelada por Keira Knightley e Matthew Macfadyen.


O modo como Jane Austen escreve é simplesmente perfeito e até agora nenhum livro que eu tenha lido dela me decepcionou muito pelo contrario, com seu jeito de escrever ela conquista a todos que leem seus livros.

Em Orgulho e Preconceito convivemos com um dilema: As mulheres viviam somente para arrumar bons casamentos e o dinheiro era o ponto crucial de um relacionamento.

Porém o livro mostra que o amor sempre consegue vencer barreiras (o que no caso são muitas)!
Pela sinopse pensamos que ela é a orgulhosa e ele é o preconceituoso, mas na realidade é o contrario: ele é o orgulhoso e ela é a preconceituosa.

Ellizabeth é diferente de todas as moças de sua idade: ela passa horas lendo livros, não é prendada (não sabe tocar, pintar...), e dentre outras características...  Mas a principal característica de todas  é que ela é sarcástica e ridiculariza a sociedade rindo de várias coisas triviais como por exemplo as pessoas que exageram em seus comprimentos tentando ser o mais cordial/educado possível.

No começo há aquele atrito entre ela e Darcy, porém é impossível negar que na primeira vez em que se viram ambos causaram grande impressão um no outro.

O Willian Darcy, é aquele tipo de homem podre de rico e na minha opinião um pouco arrogante, já que no caso ele insinua (embora não saiba que ela está ouvindo) que a Ellizabeth não tem beleza suficiente para tenta-lo. Há! Mas eu amei ele engolindo as próprias palavras no decorrer do livro!

Embora aconteçam muitas coisas para os dois se separarem, no final tudo dá certo e Jane Austen (minha heroína) encerra o livro em grande estilo.

ps. Se você não gosta muito de ler, poderá assistir o filme! Isso mesmo se não sabia ta sabendo agora! Existem pelo menos umas três versões do filme (em datas diferentes, claro), porém a minha preferida é a mais recente estreada em  2005,  com Keira Knightley (Elizabeth Bennet) e Matthew McFadien (Willian Darcy). Mas, se você já assistiu o filme e ainda não leu o livro, tá esperando o que?